Semana passada, estava em uma livraria e resolvi aproveitar pra comprar um cartão. Minutos depois, pus abaixo um mostruário e centeeenas de cartões se esparramaram pelo chão. Sem exagero. O difícil foi encontrar o que eu queria no meio da baderna.
Hoje fomos ao Ibirapuera ter uma hora feliz e qual não foi a primeira coisa que eu fiz quando sentei na grama? Derrubei um copo inteiro de suco na roupa.
Feliz dia dos namorados!
PESSOAS TÊM AURA E LUGARES TÊM ENERGIA
domingo, 12 de junho de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Fale com Qualitá
De: Vitor Hugo
Para: Fale com Qualitá (SAC da mesma, do grupo Pão de Açúcar)
Para: Fale com Qualitá (SAC da mesma, do grupo Pão de Açúcar)
Querida Qualitá,
Gostaria de informá-los de que o material interno de proteção da superfície de suas lasanhas - que impede que seu conteúdo toque o pacote externo - é de plástico.
Imagino que vocês tenham realizado intensas pesquisas até tomarem essa decisão, já que nenhuma outra lasanha do mercado possui proteções de tal material. Entretanto, o mesmo é impossível de ser totalmente retirado antes de a lasanha ser colocada no forno. Partes extensivas do plástico continuam no recipiente quando tento retirá-lo.
Para não ter que comer plástico assado, tive que emprestar a tesoura que meu colega de casa usa na higiene de suas partes íntimas para cortar a parte de plástico do recipiente. Ele disse que tudo bem, se eu lavasse a tesoura depois.
Como sugestão, sugiro as proteções de papel.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Adolescência tardia
Acho que é uma boa homenagem a toda a juventude e ao seu estilo textual, que tanto vem contribuindo para o engrandecimento da internet brasileira.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Errata 2
Up-to-date: De acordo com o último Tratado de Nuremberg, garfos podem ser considerados peças de mobília.
Pra que servem os utensílios domésticos?
Por falar em utensílios domésticos, outro dia tivemos um pequeno desentendimento porque o Vitor queria descascar os legumes com o cortador de queijos - apesar da disponibilidade de um descascador de legumes - com a imprecisa justificativa de que o cortador de queijos é "maior", o que, teoricamente – e apenas teoricamente - tornaria o trabalho mais fácil.
Erramos
Garfos e facas não são peças de mobília, mas utensílios de cozinha.
Escrivaninha pra Helen
Eis que, no último sábado, comprei todos os móveis de uma mulher do trabalho. E peças estranhas de mobília vieram, como um baú, um espelho para banheiro e garfos e facas.
E uma escrivaninha sobrou. E Helen Valverde não tem uma escrivaninha...
...
...
...
Então, tive uma ideia: E se a Helen me desse o computador velho dela? No transporte, o pai dela poderia até levar a escrivaninha...
Para convencê-la da troca, posto aqui algumas fotos, na esperança de poder começar a montar meu próprio servidor.





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Do Vitor,
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Você pinta como eu pinto?
Caso alguém ainda não saiba, o Vitor mora imediatamento ao lado da sede do grupo de teatro Uzyna Uzona – vulgo Teatro Oficina – do lendário Zé Celso [Martinez Corrêa]. Pra quem nunca ouviu falar da companhia, cujo prédio foi tombado, inclusive – literalmente, mas não tanto - vale uma pesquisada no Google, porque eu me recuso a explicar o que tal proximidade representa. Seja como for, certo dia Vitor abriu a janela da sala pra tomar um ar e eis que o pessoal do teatro estava na calçada pintando de branco um pinto dourado gigante. Supõe-se que pra deixá-lo mais discreto.
E há uma foto para comprovar:
E há uma foto para comprovar:
quinta-feira, 24 de março de 2011
Pesadelo: todo mundo tem o seu
Juro que não consigo entender essa coisa misteriosa que envolve o trabalho do Vitor que é "escrever um programa" e depois deixá-lo "rodando" durante a noite - ou durante 57 noites, que seja. Eu queria poder deixar o meu trabalho "rodando" durante a noite também, mas quando acordo os "acarretar em" dos aluninhos ainda estão lá...
Ok, eu sei que "coisa" é imprecisão vocabular, mas, a essa altura da noite, estou com preguiça de pensar em sinônimos.
A propósito, esse post fez eu me lembrar de um microconto – tido como o mais famoso de todos os tempos – e de sua respectiva paródia – também um microconto - que me faz rir toda vez que a leio:
Quando acordou,
o dinossauro ainda estava lá.
O pesadelo de Houaiss
Quando acordou,
o dicionário ainda estava lá.
Joca Reiners Terron
Sim, já estou preparada para o fato de ninguém mais além de mim achá-lo engraçado...
Beijinhos!
Ok, eu sei que "coisa" é imprecisão vocabular, mas, a essa altura da noite, estou com preguiça de pensar em sinônimos.
A propósito, esse post fez eu me lembrar de um microconto – tido como o mais famoso de todos os tempos – e de sua respectiva paródia – também um microconto - que me faz rir toda vez que a leio:
Quando acordou,
o dinossauro ainda estava lá.
O pesadelo de Houaiss
Quando acordou,
o dicionário ainda estava lá.
Joca Reiners Terron
Sim, já estou preparada para o fato de ninguém mais além de mim achá-lo engraçado...
Beijinhos!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Acordo pré-blog
Sabe que pra criarmos esse blog tivemos que entrar em acordo quanto a algumas questões? O Vitor concordou, por exemplo, que eu posso revisar todas as postagens dele, corrigindo possíveis erros gramaticais e padronizando o texto de acordo com o “Manual da Redação” da “Folha de S. Paulo” – que sugere, entre outras coisas, que os números zero, um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, cem e mil sejam escritos por extenso, e não em numerais.
Eu pretendia colocar também a regra de que só pode haver um post por dia no blog. Regra essa que eu seguia no meu blog pessoal, na época em que usava escrever frequentemente nele. É uma espécie de superstição, que, obviamente, não dá em nada. Mas, enfim, são pra isso que servem as superstições, pra você pensar que está fazendo algo em prol do seu bem-estar, quando na verdade não está. De qualquer forma, desisti da ideia porque achei que seria loucura demais pra ele entender... Já basta ele ter aceitado que o volume da televisão só pode estar em números divisíveis por cinco.
O Vitor, por sua vez, vetou o uso das palavras “pois” e “diminuição” - que pode, como ele bem lembrou, ser perfeitamente substituída por “queda” - ao passo que a expressão “ao passo”, por exemplo – muito mais estranha – pode ser usada à vontade.
Eu pretendia colocar também a regra de que só pode haver um post por dia no blog. Regra essa que eu seguia no meu blog pessoal, na época em que usava escrever frequentemente nele. É uma espécie de superstição, que, obviamente, não dá em nada. Mas, enfim, são pra isso que servem as superstições, pra você pensar que está fazendo algo em prol do seu bem-estar, quando na verdade não está. De qualquer forma, desisti da ideia porque achei que seria loucura demais pra ele entender... Já basta ele ter aceitado que o volume da televisão só pode estar em números divisíveis por cinco.
O Vitor, por sua vez, vetou o uso das palavras “pois” e “diminuição” - que pode, como ele bem lembrou, ser perfeitamente substituída por “queda” - ao passo que a expressão “ao passo”, por exemplo – muito mais estranha – pode ser usada à vontade.
terça-feira, 22 de março de 2011
Contas conjuntas
Acho que a ideia do blog surgiu num dia em que eu presenciei mais uma dessas manifestações do amor puro, pleno e sem limites que é a criação de “contas conjuntas” nas redes sociais. O caso chamou a atenção porque foi a primeira vez que eu vi o fenômeno acontecendo no Facebook. Era o advento do “Facebook de casal”.
Por que não conceber, então, um “blog de casal”? Fomos pesquisar se o endereço "blogdocasal" estava livre e, acreditem, não fomos os primeiros a pensar nele. O domínio já estava sendo usado tanto no Blogger quanto no WordPress. Vejam vocês mesmos:
http://www.blogdocasal.blogspot.com/
O “Blog do Casal, meio ambiente e gastronomia casados” existe para por em discussão esses inseparáveis temas, sem, é claro – como fazem questão de ressaltar na apresentação do blog - “nada de receitas de culinária, nem textos teóricos sobre a natureza.” Nada mais simples, nem mais óbvio, do que essa empreitada. No entanto, a página foi criada em março de 2006 e tem apenas um post- “Por que estamos aqui???” - que é uma versão mais “elaborada” da apresentação, impossível de ser parafraseada. Provavelmente Alex e Camila se separaram depois disso... Triste.
Já o “Blog DoCasal” foi dado à luz sabe lá Deus por quê. Tem também – coincidência – apenas um post, de julho de 2010. Intitulado “Hello world!”, o post é só isso mesmo, um título! Não quero nem pensar o que aconteceu com o casal...
Por que não conceber, então, um “blog de casal”? Fomos pesquisar se o endereço "blogdocasal" estava livre e, acreditem, não fomos os primeiros a pensar nele. O domínio já estava sendo usado tanto no Blogger quanto no WordPress. Vejam vocês mesmos:
http://www.blogdocasal.blogspot.com/
O “Blog do Casal, meio ambiente e gastronomia casados” existe para por em discussão esses inseparáveis temas, sem, é claro – como fazem questão de ressaltar na apresentação do blog - “nada de receitas de culinária, nem textos teóricos sobre a natureza.” Nada mais simples, nem mais óbvio, do que essa empreitada. No entanto, a página foi criada em março de 2006 e tem apenas um post- “Por que estamos aqui???” - que é uma versão mais “elaborada” da apresentação, impossível de ser parafraseada. Provavelmente Alex e Camila se separaram depois disso... Triste.
Já o “Blog DoCasal” foi dado à luz sabe lá Deus por quê. Tem também – coincidência – apenas um post, de julho de 2010. Intitulado “Hello world!”, o post é só isso mesmo, um título! Não quero nem pensar o que aconteceu com o casal...
sexta-feira, 18 de março de 2011
Andei, andei, andei
Hoje devo ter participado umas cem vezes do seguinte diálogo:
- O senhor sabe se aqui tem apartamento pra alugar?
- No momento, não.
- Obrigado.
Acho engraçado esse "no momento". Parece um mecanismo de autodefesa: "Não tem apartamento livre, mas no passado já teve. E a culpa não é minha se agora não tem, você que passou 'no momento' errado."
Às vezes, a título de inovação, eu falava só:
- Aqui tem pra alugar?
O que, para minha surpresa, confundia muito os porteiros de São Paulo. Aparentemente, os condomínios estão diversificando seus portifólios com aluguéis de caiaques, carros e cavalos para passeio, já que sempre ouvia a resposta:
- O quê? Apartamento?
- O senhor sabe se aqui tem apartamento pra alugar?
- No momento, não.
- Obrigado.
Acho engraçado esse "no momento". Parece um mecanismo de autodefesa: "Não tem apartamento livre, mas no passado já teve. E a culpa não é minha se agora não tem, você que passou 'no momento' errado."
Às vezes, a título de inovação, eu falava só:
- Aqui tem pra alugar?
O que, para minha surpresa, confundia muito os porteiros de São Paulo. Aparentemente, os condomínios estão diversificando seus portifólios com aluguéis de caiaques, carros e cavalos para passeio, já que sempre ouvia a resposta:
- O quê? Apartamento?
terça-feira, 15 de março de 2011
Porque os filhos são sempre as crianças mais lindas do mundo
Pedimos uma pizza pra comemorar a entrega da dissertação do Vitor e olha a caixa que me trouxeram:
Sério, quem teve essa ideia?!
Sério, quem teve essa ideia?!
#first!
Desde os primórdios dessa relação, havia uma demanda reprimida por um meio de comunicação no qual pudéssemos expressar as bizarrices cotidianas vividas pela Helen - e o meu ponto de vista sobre as mesmas.
Evidentemente, ele será comandado por mim e por ela. A nível de casal, esperamos que esta ferramenta possa azeitar nossa comunicação com o povo enquanto internautas.
Anauê.
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